

Abordagem
Este trabalho psicoterapêutico tem como base conhecimentos da psicologia junguiana e estudos do movimento oriundos da dança.

Psicologia Junguiana
A psicoterapia tem orientação na Psicologia Analítica Junguiana de Carl Gustav Jung, o que possibilita um olhar profundo sobre as questões que se apresentam no momento e suas conexões com as memórias de experiências vividas e com o que se anseia para o futuro.
As emoções, sensações, sofrimentos, sonhos, desejos, criações, imaginações e outros aspectos que se manifestem no corpo-mente são acolhidos, analisados e refletidos.
A Psicologia Simbólica Junguiana, proposta por Carlos Byington, também orienta o trabalho psicoterapêutico apoiando a observação das sombras e das fixações, permitindo ampliar as formas de olhar para si mesmo e para o outro.
Experiências com respiração, relaxamento, movimento, desenho, escrita, marionete e outras técnicas expressivas que interessem a quem está em análise também podem fazer parte do processo.

Dança
Nosso modo de mover constrói é é construído por nossa maneira de conceber a vida e o mundo. Algumas vezes, nossos movimentos e gestos ficam restritos. O primeiro passo é identificar se há alguma qualidade de movimento muito dominante, enquanto outras parecem quase não existirem. Ampliar a capacidade de se mover expande os modos de lidar com os acontecimentos e as demandas da vida.
Há uma complexidade nessas análises de movimento, já que dependem de cada situação e momento. O estudo do movimento aplicado ao autoconhecimento e ao autocuidado não pode ser generalizado, mas sim, é um olhar singular e profundo.
A maneira como a gente se move mostra um pouco o que nos move na vida. Porém, quando ficam fixadas, restringem a força de viver.
Como nossos movimentos expressam e comunicam a nossa potência ou a nossa sombra?
Nossos repertórios de movimento estão em consonância com nossas intenções e valores?
